
Festival Internacional
Lume de Cinema
LUME INTERNATIONAL FILM FESTIVAL
Timeline:

Festival Internacional competitivo que abrange diversas mostras paralelas, mostras competitivas, eventos de formação de público e capacitação, com foco em cinema de qualidade e autoral. A Lume Filmes, uma das mais importantes distribuidoras, produtoras e exibidoras de cinema autoral no Brasil, realiza há quase duas décadas o Festival Internacional Lume de Cinema, extensão do Festival Internacional de Cinema do Maranhão. Com a mudança de nome há cerca de dez anos, o festival foi ampliado, chegando a ser realizado concomitantemente em mais de dez cidades brasileiras.
É na condição de divulgadora do cinema nacional e internacional, de produtora premiada com mais de vinte trabalhos cinematográficos no currículo, criadora da revista de arte LumeScope, da Escolas Lume de Cinema, o canal VOD Lume Channel, que a Lume defende a necessidade de uma vigorosa defesa da arte cinematográfica no Nordeste e no Brasil. Buscar a expansão, conquanto qualitativa, da chamada sétima arte é urgente para que ela possa crescer e contribuir efetivamente para o desenvolvimento cultural e humano da região.
É inquestionável o papel da arte no aprimoramento da sensibilidade e no desenvolvimento do pensamento crítico. O cinema possui o privilégio de ser uma moderna expressão artística, um amálgama de todas as demais expressões de arte existentes. Vale-se da dança que, às vezes, é a própria imagem em movimento; da poesia e da prosa, como revelação da realidade; da música como pano de fundo adequado ao enredo; das cores para a configuração plástica do cenário. O cinema, assim, expressa o sentimento do mundo e traz luz ao espectador na penumbra das salas.
A Lume Filmes encara o desafio de, através de projetos fortes, atrair o grande público, privilegiando o cinema como arte, num esforço real de democratização da cultura. Ainda que a população, de maneira geral, esteja imersa em seus pequenos mundos particulares, apresenta determinadas necessidades que, por assim dizer, clamam por serem atendidas e exploradas no sentido de possibilitar a ampliação, canalização e sistematização de sua força criativa, bem como a necessidade de sensibilização para as questões que afligem o nosso mundo contemporâneo.
A Lume Filmes, acreditando que o cinema corresponde a essas expectativas, confirma com felicidade a sexta edição do Festival para 2024. O LIFF contará com a exibição de quase 100 filmes entre longas e curtas, vindos de todas as partes do mundo, oferecendo amplo e variado cardápio das mais variadas formas e concepções cinematográficas. Contará também, a exemplo dos anos anteriores, com a presença de técnicos, atores, diretores, cineastas, jornalistas do Brasil e do exterior, que abrilhantará e divulgarão o festival, possibilitando também a realização de cursos sobre cinema, debates, workshops. Tudo isso com um formato moderno, divulgação ampla a nível nacional e internacional do festival.

FICHA DE INSCRIÇÃO:
EM BREVE
Histórico
I LIFF (LUME INTERNATIONAL FILM FESTIVAL)
Lume fora do eixo
Um nome vem fazendo história no Maranhão, estado secundário no panorama cinematográfico brasileiro: Frederico Machado. De São Luís, ele comanda distribuidora de DVDs com títulos de ponta. Caso de “O Espírito da Colmeia”, de Erice, “Short Cuts”, de Altman, “Trinta Anos esta Noite”, de Malle, e do cult “La Maman et la Putain”, de Eustache. Filho de escritores bem situados na vida social da quatrocentona capital maranhense, Frederico, uma espécie de “Leon Cakoff ludovicense”, soma muitos ofícios. Além de distribuidor (a Lume, criada há dez anos, tem 128 títulos em catálogo), é editor (do livro “Os Filmes que Sonhamos – O Acervo da Lume Visto pelos Críticos Brasileiros”), dono de locadora (Backbeat, com acervo de 18 mil títulos e 14 anos de existência), exibidor (programa o Cine Praia Grande, no Centro Histórico) e agitador cultural (organiza o Festival Internacional de Cinema de São Luís). É também cineasta. Já dirigiu três curtas (“Litania da Velha”, “Inferno” e “Vela do Crucificado”) e cuida da pré-produção de seu primeiro longa (“Anjo de Fogo”). No circuito de salas de cinema, Frederico lançou, recentemente, “Lola”, do filipino Brillante Mendoza, e “Submarino”, do dinamarquês Thomas Vinterberg. E lançará, ainda este ano, “Triângulo Amoroso”, do alemão Tom Tykwer.
Cinema Auroral ganha a sua melhor Mostra no Brasil!
O calendário de festivais de cinema do mês de julho acaba de ganhar uma nova escala: São Luís, a capital do estado do Maranhão, que a partir do dia 14 ao 23 sedia a primeira edição do Festival Lume de Cinema. Focado nas novidades do cinema autoral realizado no Brasil e no mundo, o festival nasceu da preocupação do cineasta maranhense Frederico Machado.
Dono da distribuidora de DVD Lume, que desde 2006 lança filmes clássicos e de arte no mercado brasileiro de home vídeo, o cineasta agora traz novidades também para as salas de cinema maranhenses. “O festival vai preencher um espaço ainda carente para filmes autorais, com uma gama muito grande de títulos inéditos”, adianta Frederico.
O cineasta filipino Brillante Mendoza, um dos queridinhos do Festival de Cannes, estará em São Luís para apresentar o longa-metragem Lola, ao lado do ator Raymond Nullan. Entre os nomes internacionais já confirmaram presença o produtor Larry Castillo e o cineasta búlgaro Dragomir Sholev, que trará o hit Abrigo (Shelter) para a mostra competitiva de longa-metragens.
As mostras competitivas englobam longas e curtas brasileiros e internacionais, com filmes representando mais de 40 países. Na Competitiva Internacional de Longa-metragem, um dos destaques vem da Polônia: o badalado O moinho e a cruz, de Lech Majewski, que tem o holandês Rutger Hauer no elenco e fez bastante sucesso nas sessões do Mercado de Cannes, em maio último.
De acordo com Frederico, o festival não conta com patrocinadores até agora. “Estamos fazendo tudo na raça, com recursos próprios. Só tivemos apoio da TV Mirante e da transportadora Mailbox”, lamenta. Mas, ao mesmo tempo em que enfrentas dificuldades inerentes às primeiras edições de um festival que se pretende de grande porte, Frederico já começa a dar outro salto.
A partir de julho, a Lume começa a distribuir filmes para abastecer as salas de cinema de todo o País. Na verdade, a
Mostra Hors Concours é uma plataforma de pré-lançamento dos primeiros títulos, que já começam a chegar aos cinemas no dia 22 de julho, como a estreia de Lola. Até o final do ano, a Lume ainda ai lançar Hiroshima, do uruguaio Pablo Stoll (um dos diretores de Whisky); Submarino, do dinamarquês Thomas Vinterberg (de Festa de família); Triângulo amoroso, do alemão Tom Tykwer (de Corra Lola corra); e Caminho para o nada, do americano Monte Hellman (de Corrida sem fim e Galo de briga).
Mostra Werner Herzog - Documentários
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Fata Morgana (1970)
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Hércules (1962-1965).
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La soufrière (1976)
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Lições da escuridão(1992)
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Pastores do sol (1989)
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Últimas palavras (1967)
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O país do silêncio e da escuridão (1971)
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How much wood would a woodchuck chuck (1976)
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A pregação de Huie (1980)
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Fé e moeda (1980)
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Medidas contra fanáticos (1969)
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A defesa sem precedentes do Forte Deutschkreutz (1966)
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Ecos de um império sombrio, 1990
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O pequeno Dieter precisa voar (1997)
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Balada de um Pequeno Soldado (1984)
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Gasherbrum (1984)
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O grande êxtase do entalhador Steiner (1973-1974)
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O diamante branco (2004)
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Além do azul selvagem (2005)
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Werner Herzog – Retrato de um diretor (1986)
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Sou o que são meus filmes - Parte 1, de Christian Weisenborn, Erwin Keusch (1976-78)
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Até o fim – e além, de Peter Buchka (1988).
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Sou o que são meus filmes – Parte 2 - 30 Anos Depois, de Christian Weisenborn (2009-2010)
Mostra Premiados do Festival Internacional de Curtas de Belho Horizonte:
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Wakaranai Buta?, de Atsushi Wada (Japão)
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The Shutdown, de Adam Stafford (Escócia)
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Thermes, de Banu Akseki (Bélgica/França)
Maria do Rosario – Revista de Cinema
Competitiva Internacional – Longa-metragem
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Não tenha medo, Bi (Bi, dung so!), de Phan Dang Di (Vietnã)
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Rio Dooman (Dooman River), de Lu Zhang (Coreia do Sul)
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Tudo que eu amo (Wszystko, co kocham), de Jacek Borcuth (Polônia)
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Se a semente não morrer (Daca bobul nu moare), de Sinisa Dragin (Rômenia/Sérvia)
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Norberto apenas tarde, de Daniel Hendler (Argentina/Urufuai)
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Oliver Sherman, de Ryan Redford (Canadá)
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Abrigo (Podslon), de Dragomir Sholev (Bulgária)
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O moinho e a cruz (The mill and the cross), de Lech Majewski (Suécia-Polônia)
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O vendedor (Le vendeur), de Sébastien Pilote (Canadá)
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As tentações de Santo Antônio (Püha Tõnu kiusamine), de Veiko Õunpuu (Estônia/Finlândia)
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Veneza (Wenecja), de Jan Jakub Kolski (Polônia)
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Neve (White as snow), de Selim Gunes (Turqia)
Competitiva Brasil – Longa-metragem
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Além da estrada, de Charly Braun
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Avenida Brasil Formosa, de Gabriel Mascaro
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A última estrada da praia, de Fabiano de Souza
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Os monstros, de Guto Parente, Luiz Pretti, Pedro Diógenes, Ricardo Pretti
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Os residentes, de Tiago Mata Machado
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Terra deu, terra come, de Rodrigo SIqueira
Mostra Olhar Crítico – Competição oficial
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Totó, de Peter Schreiner (Itália)
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El ambulante, de Eduardo de la Serra, Lucas Marcheggiano e Adriana Yurcovich (Argentina)
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El medico, de Daniel Fridell (Cuba)
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Atomic and disco war, de Jaak Kilmi (Estônia/Finlândia)
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Pit n. 8, de Marianna Kaat (Estõnia/Ucrânia)
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Metrobranding, de Ana Vlad e Adi Voicu (Romênia)
Mostra Hors Concours
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Lola, de Brillante Mendonza (Filipinas)
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Caminho para o nada (Road to nowhere), de Monte Hellman (EUA)
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Hiroshima, de Pablo Stoll (Uruguai)
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Submarino, de Thomas Vinterberg (Dinamarca)
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Triângulo amoroso, de Tom Tkywer (Alemanha)
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Tudo ficará bem, de Christoffer Boe (Suécia)

II LIFF (LUME INTERNATIONAL FILM FESTIVAL)
A Lume Filmes realiza, entre os dias 14 a 20 de junho, o II Festival Lume de Cinema. Na segunda edição do evento, que acontece em São Luís do Maranhão, serão exibidos mais de 100 filmes, a maioria ainda não lançada comercialmente e exibida apenas em mostras competitivas, homenagens, mostras paralelas e retrospectivas. Voltado ao cinema autoral e independente, o evento traz também palestras, debates, workshops e cursos.
Criado e coordenado pelo cineasta Frederico Machado, o festival exibirá filmes de vários cantos do mundo e das mais importantes distribuidoras internacionais, entre longas e curtas metragens.
Nas mostras competitivas, os destaques são a forte presença de filmes latino-americanos e brasileiros; o longa Crulic, animação romena dirigida por Anca Damian; Policeman, longa do israelense Nadav Lapid, vencedor da edição de 2012 do BAFICI; As Ondas, dirigido pelo espanhol Alberto Morais e vencedor dos prêmios de melhor filme e melhor direção no Festival de Moscou, e Without, longa do norte-americano Mark Jackson, premiado em vários festivais internacionais.
Um curso sobre a pornochanchada brasileira, ministrado pelo professor e pesquisador Adolfo Gomes, e uma retrospectiva com filmes do cineasta Claude Chabrol (morto em 2010), todos em formato 35mm, também fazem parte da programação.
O Festival acontece no ano em que a cidade de São Luís do Maranhão completa 400 anos de história. Estão previstos, ao longo do evento, shows, palestras, workshops e debates, sempre com a intenção de estimular e aprimorar o conhecimento, a discussão e a sensibilidade em torno do cinema.
Atividades paralelas:
Curso: “Gostoso de ver: uma revisão da pornochanchada brasileira”
Ministrante: Adolfo Gomes
O curso pretende analisar a evolução do gênero no Brasil e sua contribuição para a afirmação de uma identidade nacional no cinema, traçando paralelo como o chamado “cinema explotation”, em desenvolvimento na Europa e EUA naquele período.
Será contextualizada a cena cinematográfica brasileira nos anos 1970; o exílio temático e físico dos cinemanovistas, a reação do cinema marginal e os pontos de contato e de tensão entre essas gerações. Apesar do caráter autoditada e intuitivo da maioria dos realizadores e técnicos envolvidos na produção das pornochanchadas, também emergiam desse ambiente alguns cineastas de perfil mais autoral, como Jean Garret, John Doo e Ody Fraga.
Ao mesmo tempo jovens, com sólida formação cinéfila e acadêmica encontravam no viés das pornochanchadas a chance de iniciar a prática cinematográfica. Caso, por exemplo, de Inácio Araújo, Carlos Reichenbach, Luiz Sergio Person, João Silveiro Tevisan, João Batista de Andrade, entre outros.
O curso visa problematizar essa questão, contrapor a sofisticação intelectual e cinéfila desse grupo ao vigor e liberdade formal dos demais realizadores. As influências, as possíveis vantagens, mas também a vampirização estilística decorrente dessa troca de experiências.
Serão exibidos filmes representativos do gênero e trechos de diversas obras relacionadas para exemplificar os temas e abordagens das aulas. O curso propõe uma troca de idéias e debates com os alunos sobre os modelos de produção do cinema no Brasil
III LIFF (LUME INTERNATIONAL FILM FESTIVAL)
Realizado com uma equipe bem pequena, em meio a muitos problemas de produção, o festival exibiu uma série de filmes instigantes mais uma vez, com a participação e homenagem a Rosemberg Cariry e do crítico João Carlos Sampaio.
Os destaques do festival foram os filmes Os Pobres Diabos de Rosemberg Cariry, Planeta Solitário de Juliqa Lotkev. Foi o primeiro festival realizado exclusivamente no Cine Lume.
IV LIFF (LUME INTERNATIONAL FILM FESTIVAL)
Crise econômica mundial, violência contra a mulher, reinserção social de ex-presidiários e crueldade animal são alguns dos temas dos filmes selecionados pela curadoria do festival, que nesta edição apresentará ao público obras de cineastas de países como Cazaquistão, Suíça, Grécia, Rússia e Macedônia.
O IV Festival Internacional Lume de Cinema foi realizado entre os dias 02 e 08 de março de 2017 concomitantemente em mais de 10 cidades brasileiras, com o intuito de formar novas plateias e democratizar o cinema autoral nacional e internacional.
Realizado pela Lume Filmes, distribuidora dentre as mais respeitadas do Brasil, o Festival Internacional Lume de Cinema contou com 7 longas-metragens e 11 curtas-metragens, de 15 países diferentes, na Mostra Competitiva, escolhidos através da cuidadosa curadoria de Frederico Machado, diretor da Lume Filmes. As escolhas da curadoria se basearam na qualidade artística, na inovação e na diversidade dos filmes e temas apresentados, buscando fazer do festival uma plataforma do que de melhor e mais instigante acontece em termos de audiovisual no Brasil e no mundo.
O festival selecionou 5 filmes de realizadoras do sexo feminino, número que considera ainda muito pequeno, porém, expressivo diante do baixo percentual de filmes dirigidos por mulheres que foram inscritos. Pretende, em próximas edições, promover ações que visem ampliar a representatividade feminina no festival, estimulando a formação de novas realizadoras.
Os filmes ganhadores tiveram direito a contrato de distribuição com a Lume Filmes. O júri foi composto por 5 personalidades envolvidas na crítica, realização e divulgação do cinema autoral, dentre eles Cleber Eduardo e Raimo Benedetti.
O evento não visa apenas exibir e premiar filmes, mas também promover a difusão da produção audiovisual contemporânea autoral.
Programação

MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS-METRAGENS (em ordem alfabética):
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AINDA SANGRO POR DENTRO de Carlos Segundo (BRASIL)
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AQUELA RUA TÃO TRIUMPHO de Gabriel Carneiro (BRASIL)
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ECPLIPSE SOLAR de Rodrigo de Oliveira (BRASIL)
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IMPORT de Ena Sendijarevic (HOLANDA)
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L' INFINI de Lukas Dhont (BÉLGICA)
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O HOMEM QUE VIROU ARMÁRIO de Marcelo Ikeda (BRASIL)
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OVER de Jorn Therfall (HOLANDA)
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RETURN TO ERKIN de Maria Guskova (RÚSSIA)
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THE GIFT de Sophie Perrier (SUÍÇA)
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THE SON de Hristo Simeonov (BULGÁRIA)
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TO LIGHT de Nora Sarak (LETÔNIA/LATVIA)
MOSTRA COMPETITIVA DE LONGAS-METRAGENS (em ordem alfabética):
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AMOK de Vardan Tozija (MACEDÔNIA)
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EAT THE BONES de Jean-Charles Hue (FRANÇA)
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JOVENS INFELIZES OU UM JJOVEM QUE GRITA NÃO É UM URSO QUE CHORA de Thiago B. Mendonça (BRASIL)
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LESTE OESTE de Rodrigo Grota (BRASIL)
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STILL LIFE de Maud Alpi (FRANÇA)
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THE WOUNDED ANGEL de Emir Balgazin (CAZAQUISTÃO/ALEMANHA)
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THREAD de The Boy (GRÉCIA)
SESSÕES ESPECIAIS (FORA DA COMPETIÇÃO):
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Caminho a La Paz de Francisco Varone (Argentina) (Pré estréia no Brasil)
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Signo das Tetas de Frederico Machado (Brasil)

O FESTIVAL INTERNACIONAL LUME DE CINEMA é um festival internacional de cinema, realizado no Brasil, para longas e curtas metragens, com foco no cinema autoral e independente. O festival evolui a cada edição. Nesta quarta, uma novidade: o evento aconteceu simultaneamente em mais de dez cidades brasileiras. As solenidades de abertura e encerramento do evento foram realizadas em São Paulo, contando com a presença de jurados e convidados.
As cidades confirmadas foram:
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Rio de Janeiro (RJ) – Cine Jóia
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Niterói (RJ) – Cine Arte UFF;
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Búzios (RJ) – Gran Cine Bardot;
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Porto Alegre (RS) – Cinemateca Capitólio;
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Florianópolis (SC) – Paradigma Cine Arte;
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Balneário Camboriú (SC) – Teatro Municipal Bruno Nitz;
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Salvador (BA) – Sala Walter da Silveira;
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Maceió (AL) – Centro Cultural Arte Pajuçara;
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João Pessoa (PB) – Cine Bangüe;
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São Luís (MA) – Cine Lume;
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Teresina (PI) – Cinemas Teresina;
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Belém (PA) – Cine Líbero Luxardo.

