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Purgatórios

Documentário experimental sobre o poeta e escritor Nauro Machado. 

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U

m projeto de adaptação para longa-metragem documentário baseado nas poesias e na vida do poeta Nauro Machado acerca-se de textos representativos do que de melhor se produziu nesse gênero em nossa literatura. Além disso, sua obra tem um forte apelo midiático e comer-

cial: quaisquer postagens nas redes sociais a respeito de sua figura ou de sua obra têm logo um largo alcance, principalmente no Estado do Maranhão, onde o poeta viveu toda a sua vida, sendo uma pessoa querida e ao mesmo tempo muito misteriosa, apesar de percorrer diariamente as ruas da Praia Grande, quando vivo.

 

PURGATÓRIOS é a segunda parte de uma trilogia sobre a poesia e a obra de Nauro Machado. A primeira parte, INFERNOS, foi um curta metragem realizado em 2006 por Frederico Machado, ganhador de vários prêmios internacionais e nacionais dentre eles Melhor Filme no Festival Internacional de Valência (Espanha) e indicado ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2007, na categoria Melhor Filme Curta Metragem Documentário. PURGATÓRIOS será baseado inicialmente nas imagens do acervo pessoal do diretor, filho do escritor, que tem captado mais de 50 horas de material gravado com om poeta, em bitolas de diferentes formatos, dentre os quais VHS, MINI DV, HD, 16mmm  em que constam entrevistas, filmes caseiros, depoimentos. Frederico Machado, diretor de Purgatórios, é filho do poeta e tinha uma relação de verdadeiro amor e cumplicidade com o pai. O poeta alcóolatra e marginalizado, com caráter solitário e maldito, era uma figura misteriosa e discreta. Acreditamos que com a obra, as pessoas irão conhecer o autor dos livros Cavalo de Tróia e Nau de Urano de maneira mais íntima e verdadeira. 

 

Devido a quantidade extensa do material, PURGATÓRIOS também tem grande potencial para tornar-se uma série, pois além desse material de arquivo riquíssimo, o documentário terá também entrevistas com grandes nomes da literatura e das artes do Brasil, mostrando quem foi o artista, além de traçar um panorama da poesia brasileiro do século XX e atual; ou ainda os desdobramentos dessas situações. 

 

Publicada atualmente pelo Editora Global e pela Editora ContraCapa, a obra de Nauro Machado foi, nas últimas décadas, traduzida para diversos idiomas, havendo o autor alcançado respaldo de crítica e público em países como França, Portugal, China, Itália, Suécia — além também das premiações no final de vida, como da Associação dos Críticos de Arte de São Paulo e da Academia Brasileira de Letras (Conjunto da Obra)

 

Estão sendo preparadas diversas comemorações em torno da vida e da obra de Nauro Machado, para culminarem, daqui a quatro anos, no aniversário de 90 anos de seu nascimento — assim, um longa-metragem baseado em sua obra terá certamente grande visibilidade nas comemorações. 

Diversas teses de universidades nacionais tratam também sobre sua produção, o que concorre para atestar a universalidade de seus temas e pode interessar a essas instituições a existência de uma adaptação cinematográfica na qual esteja presente uma espécie de condensação microcósmica dessa obra, uma vez que, para a escrita do roteiro, fez-se um mapeamento de características, poemas, versos, situações que, relacionados aos livros do autor, e a própria vida do autor. Tal característica de reunir aspectos de obras diversas, é bom que se considere, não incorre no entanto em uma miscelânea heterogênea, mas numa coesão que aponta para a homogeneidade autoral presente na obra de Nauro Machado, permitindo ao espectador que ele reconheça no filme, poemas, situações presentes em diversos textos da autor (crônicas e ensaios); permitindo que ele perceba como a obra naureana é universal e atemporal, por conta de sua potência em nos revelar o quão somos semelhantes a elas, em seus anseios e fragilidades —  atestando ainda a contemporaneidade de seus dramas. 

 

O filme vem juntar-se ao atual anseio de se ver nas telas personagens que dialoguem com o cotidiano, com o cotidiano de sua cidade, personagens que em nada sejam idealizadas — o poeta como foi dito acima era alcoólatra, marginalizado, solitário -, e principalmente personagens malditos, que por tanto tempo foram colocadas à sombra dos homens. 

 

Uma grande relevância de PURGATÓRIOS é a de ser um filme sobre o universo artístico no Maranhão do século XX, sobre um poeta que é referência na poesia brasileira contemporânea, sobre a cidade em que ele viveu, São Luís, sobre a força e a densidade de sua poesia, mas ao mesmo tempo um filme sobre o humano, sobre como nenhum de nós é simples, nenhum de nós é fácil de ser apreendido, nenhum de nós é plano. 

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